terça-feira, 23 de março de 2010

Eu seria sempre o agarrado.


Acontece-nos várias vezes tentarmos abrir uma garrafa de água mas a nossa mão escorrega, não dá.
Todos nós já tentamos espirrar com os olhos abertos, os olhos fecham, não dá.
Todos nós já nos perguntamos o porquê de bocejar, mas perguntamos a outrem e esse alguém já nos explicará.
Alguém já deve ter perguntado o porquê da frustração de alguém, que não nós, possa fazer ou responder a todas as nossas perguntas, as todas as nossas acções que não conseguimos executar, é uma cagada e acabou-se.
Chega de palavras caras e de boas maneiras pois essas ficaram no livro da Paula Bobone.
Estou cheia de regras que não me apetecem cumprir.
A chuva não cai sozinha porque alguem a empurra, mas e a nós? Quem nos empurra? Ninguém no empurra mas o Diabo é quem nos carrega.
Foi sempre a mesma história, a história que eu nunca segui. Finalmente tentei jogar o jogo e quando o jógo...tiro as pontuações mais baixas...nunca é bom.
Se isto fosse o mundo da droga...eu nunca seria o dealer, eu seria sempre o agarrado. Que seca.
Porquê que tenho que me contetar com pouco quando é o muito que eu quero ?

2 comentários:

  1. Concordo com a Paola. Livra-te de parares de escrever :) isto aqui é arte mulher! Ninguém se contenta com pouco, por isso queremos sempre mais. Mas devemos lutar por isso, porque ficar a ver a vida passar à nossa frente enquanto vemos os nossos sonhos a se desmoronar não é propriamente uma visão tentadora. E não te esqueças, as regras também foram feitas para serem quebradas ^^

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  2. lindo carol, simplesmente lindo *.* adorei profundamente! oh rapariga tu puseste-m babada a olhar para o ecra! tens taaaannnta razao! drt <3 bjnhussss

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